quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Participação da ACEB no Grito dos excluídos 2009.









A ACEB esteve presente no Grito dos excluídos 2009 para somar forças na luta pela ampliação dos direitos da classe trabalhadora. Nesse ano, uma das campanhas centrais foi a luta em Defesa da Petrobrás e do Pré-sal. Também astiamos nossas bandeiras que diziam "Por uma Política de Moradia Estudantil no estado", para que a sociedade possa visualizar e compreender nossa demanda. Entendemos que a disputa de concepções se faz principalmente nas ruas, por isso nos fizemos ativos nesse processo, dialogando com Parlamentares como o Dep. Estadual Yulo-PT, o Secretário de Justiça Nelson Pelegrino, o diretor de Políticas sociais da CUT Vladmir, entre outros sindicatos, camaradas do Movimento estudantil, etc.Ano que vem estaremos novamente firmes e fortes nessa caminhada.Saudações em luta!

Coordenação Geral da ACEB

Pré-sal para a Educação !

Une dá início à sua campanha para que 50% do Fundo Social do Pré-sal sejam destinados à Educação. Leia aqui a resolução da entidade

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A União Nacional dos Estudantes tem papel histórico na luta em defesa do patrimônio brasileiro, sendo uma das responsáveis pela criação da Petrobras.
Não por acaso, desde que foi anunciado potencial petrolífero das camadas pré-sal, e o volume de recursos que serão gerados para a União, a UNE passou a defender que esta riqueza seja voltada ao povo. “A UNE acredita que é a oportunidade de um novo período de desenvolvimento para nosso país”, brada o presidente Augusto Chagas .
A União Brasileira dos Estudantes será novamente protagonista de um momento ímpar para o Brasil. A entidade passa a partir de agora a lutar com toda sua força e com o apoio dos estudantes pelos seguintes eixos fundamentais:
- 50 % do Fundo do Pré-Sal para educação;
- Por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal.
Leia abaixo a resolução definida em conjunto pela executiva da UNE:
Da campanha “O Petróleo é Nosso” ao Pré-Sal: A UNE a favor do Brasil!
De 1947 a 1953 a União Nacional dos Estudantes foi protagonista da luta “em defesa do patrimônio territorial e econômico do Brasil”, através da campanha “O Petróleo é Nosso”. Ela aglutinou o conjunto da sociedade brasileira e se contrapôs aos “entreguistas” que defendiam um ciclo produtivo do petróleo para as mãos de empresas privadas e estrangeiras. A UNE e o povo brasileiro saíram vitoriosos desta campanha com a criação, no dia 3 de outubro de 1953, da Petrobras, com um rígido monopólio estatal sobre o petróleo.
No dia 8 de novembro de 2007, a Petrobras anunciou o Pré-Sal, área que, até o presente momento, apresentou elevado potencial petrolífero e baixo risco de exploração. Isto porque das 13 (treze) perfurações realizadas até hoje todas identificaram petróleo, diferentemente da média do Brasil anterior ao Pré-Sal, que era de 10 (dez) para 1 (um). E de elevado potencial porque o país tem hoje 14,2 bilhões de barris de reservas, que poderá chegar a 70 bilhões de barris. Isto demonstra que o Pré-sal é um grande patrimônio do Brasil, questão determinante que deve mobilizar o conjunto da sociedade para garantir que tamanha riqueza sirva ao interesse da Nação e do nosso povo.
Ainda persiste na base das expectativas o quanto em dinheiro poderá ser arrecadado com o Pré-Sal, mas estima-se que pode multiplicar por 6 (seis) o Produto Interno Bruto – PIB do Brasil. Com isso, descortina-se uma oportunidade ímpar para alavancar um novo desenvolvimento nacional, que coloque em primeiro lugar a elevação da condição de vida do povo brasileiro. Para tanto, a criação de um fundo constitucional, que terá como recurso a arrecadação da União com o Pré-Sal e outras áreas estratégicas, deve ser destinada para educação, cultura, ciência e tecnologia, meio-ambiente, combate a pobreza e desenvolvimento do país, com percentagem definida por lei para cada área.
Devemos, deste modo, exigir um valor vultoso para educação, uma campanha da UNE que se espraie por toda sociedade defendendo 50% do fundo para o setor. Este instrumento, além de garantir o investimento em áreas estratégicas, impede o dispêndio desta riqueza com o pagamento da divida pública.
No governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso (FHC), as opções privatistas adotadas influenciaram diretamente na política de exploração do petróleo. Este setor conservador que governava o país diminuiu a participação da União na Petrobras, restando na mão do Estado brasileiro apenas 39% das ações da empresa. Além disso, retirou o exercício exclusivo do monopólio da União por uma única empresa estatal - só não conseguiram privatizar a Petrobras graças ao combate feito pela UNE e diversos setores da sociedade a esses anos neoliberais. Essas atitudes foram implementadas pelo governo de FHC sob a justificativa de que a Petrobras não tinha recursos, nem mão de obra qualificada, por isso a atitude de atrair multinacionais para a exploração do petróleo. Atitude equivocada que deve ser revertida neste novo marco regulatório.

A descoberta do Pré-Sal abre um novo período do desenvolvimento brasileiro: temos a oportunidade de constituir uma indústria nacional forte, por isso devemos investir em todo ciclo produtivo do petróleo, que passa pela extração, transporte e refino e outras áreas. Devemos garantir a produção de plataformas, navios e a construção de refinarias em nosso país. Isto representará, além de uma forte retomada da indústria do ciclo petrolífero, a criação de milhões de empregos diretos e indiretos. Esta descoberta ainda deve contribuir para a preservação do meio-ambiente e servir de instrumento para alavancar o desenvolvimento de energias renováveis, diversificando a matriz energética e contribuindo, assim, para colocar o Brasil na ponta da elaboração de energias renováveis.
Partindo desses pressupostos - do advento do Pré-Sal, da compreensão de que os recursos que lhe são oriundos devem ser apropriados pelo seu legitimo dono, o povo brasileiro – é preciso desmontar o arcabouço neoliberal e fortalecer a presença do estado nacional. A UNE acredita ser indispensável a aprovação de um novo marco regulatório, que substituirá a lei do petróleo de 1997, do FHC.
Este novo marco regulatório deve estabelecer que as rendas dessas áreas fiquem com o estado brasileiro, diferentemente do atual modelo no qual toda a produção é apropriada pela empresa exploradora. O novo marco deve ainda garantir o controle estatal da produção e fortalecer a Petrobras, patrimônio conquistado na campanha “O Petróleo é Nosso”, de modo que ela seja a operadora exclusiva do Pré-Sal. O Estado precisa, assim, retomar o capital acionário da empresa, saindo da condição vergonhosa em que se encontra, na qual praticamente 60% de suas ações estão nas mãos da iniciativa privada, em especial do capital estrangeiro.
Deve também constar desta mudança da lei do petróleo uma nova divisão da rendas advindas dos royalties e participação especial, garantindo, desta forma, uma redistribuição para todo o país que contribua para a diminuição das desigualdades regionais e para o pleno desenvolvimento da nação.
Nesta quadra, a União Nacional dos Estudantes, herdeira e protagonista da luta por um Brasil soberano e em defesa do patrimônio do povo brasileiro, deve convocar todos os estudantes e a sociedade brasileira a construir uma campanha em defesa do petróleo, com ampla mobilização e debate acerca deste tema nas universidades brasileiras.
- 50 % do Fundo do Pré-Sal para educação
- Por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal.
Fonte: UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Alunos da UFBa em Barreiras fazem greve em protesto contra falta de professores

A greve dos estudantes de Geologia que estudam no Campus Edgar Santos da UFBA em Barreiras, completou oito dias nesta quinta-feira, 24. As atividades estão completamente paralisadas no campus da Prainha e no centro da cidade por causa da adesão dos alunos de outros cursos, que impedem o acesso de professores e funcionários.A principal reivindicação é sobre a contratação de professores, já que dos 11 que deveriam compor o quadro atual da turma, apenas cinco estão atuando. A expectativa dos alunos é que nesta quinta-feira à tarde o movimento chegue ao fim, pois na quarta eles tiveram reunião com o vice-reitor Francisco Mesquita, que reconheceu o problema e alegou falta de disponibilidade de profissionais da área no brasileiro.Mesquita sugeriu contratação de professores de outras universidades para cursos de férias, bem como o paliativo de professores visitantes e assegurou aos estudantes que eles não serão prejudicados e devem terminar o curso no período previsto.
Segundo o acadêmico Matheus Sguilaro, 25 anos, desde o início do curso, em 2006, já havia falta de professores e algumas matérias foram concluídas sem os devidos laboratórios. Também aluno, Fernando Cotias destacou que há alguns anos o governo federal está investindo pouco na formação de geólogos, o que causou a carência atual destes profissionais no mercado.“Além de professores e laboratórios, precisamos também de um acervo bibliográfico para melhorar nosso aprendizado”, disse o estudante Carlos José, enfatizando que como pioneiros, eles querem resolver o problema também nas futuras turmas.
Fonte: site do jornal A Tarde

domingo, 27 de setembro de 2009

Declaração da 4ª Internacional sobre os acontecimentos de Honduras


ABAIXO A DITADURA GOLPISTA!

ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE!

Madrugada de 22 de setembro: mais de mil policiais e militares, segundo testemunhos, se lançam com tiros de fusil e bombas de gás contra 5 mil pessoas que se postaram em frente à embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, para proteger o presidente Manuel Zelaya que decidiu regressar a Honduras para fazer valer o direito de terminar o mandato presidencial para o qual foi eleito pela população.

Desde o momento em que Manuel Zelaya, presidente legítimo, voltou, a luta do povo hondurenho contra os golpistas tomou fôlego. Apesar da reação assassina do governo de Micheletti que ataca o povo, que prende, fere e mata, e que não duvida em agredir a Embaixada do Brasil onde Zelaya se refugiou, a movilização popular, inclusive utilizando barricadas, convocada pela Frente Nacional Contra o Golpe de Estado, se estendeu obrigando o regime a levantar o toque de recolher.

A ditadura que realizou o golpe contra Zelaya em 28 de junho passado, com o apoio dos comandantes do Exército hondurenho, dos partidos da oligarquia e, por trás deles, do embaixador norteamericano, busca manter-se no poder à custa de sangue e contra a vontade de todo um povo. Mas a realidade é que 7 dias antes do regresso de Zelaya, no dia da comemoração da “Festa Pátria”, o governo de Micheletti mostrou seu total isolamento da população.

Em 15 de setembro 500 mil trabalhadoras, trabalhadores, jovens, habitantes dos bairros pobres desfilaram ao chamado da FRENTE NACIONAL CONTRA O GOLPE DE ESTADO para comemorar a primeira independência deste país (1821) e para assinalar que estão por uma segunda independência, expressa na luta pela ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE para impor instituições democráticas, para defender la soberania nacional. No mesmo dia o governo golpista só pode reunir 4 mil pessoas, fechadas num estádio de futebol, protegidas pelo Exército, muitas delas obrigadas sob pena de represálias no trabalho.

O povo hondurenho sentiu o regresso de Zelaya como uma conquista de um movimento que já dura 88 dias, com manifestações diárias, a maior parte das vezes ignoradas pela imprensa internacional interessada em promover o Plano Arias-Clinton, que significa o regresso pactado de um presidente sem poderes para “validar” eleições ilegítimas desde a origem, no mes de novembro.

O movimento ininterrupto das massas hondurenhas, como se vê nas ruas e se expressa nas declarações da Frente Nacional Contra o Golpe, busca o retorno de Zelaya à presidência para concretizar a convocação da Constituinte, e a punição dos culpados da repressão e do assassinato de populares.

Hoje, a sorte do povo hondurenho é a sorte dos povos da América Central, do continente inteiro e do mundo. É a luta pelo direito dos povos a decidir sobre seu próprio destino e a exercer sua soberania, por uma União libre de Nações Soberanas em estreita colaboração com os explorados e oprimidos dos Estados Unidos.

Deter a escalada repressiva contra o povo de Honduras é, ao mesmo tempo, enfrentar a ofensiva do governo dos EUA que hoje instala bases militares na Colômbia para ajudar as oligarquias locais a continuarem jogando seu papel de administradoras das grandes multinacionais, para derrotar o processo de resistência de todos os povos trabalhadores do continente e fazê-los pagar bilhões de dólares pelo custo da brutal crise do sistema capitalista.

A 4ª Internacional se pronuncia pelo mais amplo apoio em solidariedade ao povo hondurenho e participa, com suas seções no continente e no mundo, em todas as ações de frente única com as organizações de trabalhadores e organizações que se pronunciam pela defesa da soberania dos povos, contra a repressão, pela democracia, para realizar mobilizações e pronunciamentos em apoio ao povo de Honduras.

A 4ª Internacional diz:

Abaixo a ditadura golpista!

Libertação dos presos políticos, fim da repressão! Punição aos culpados!

Zelaya Presidente, de forma imediata e incondicional!

Assembléia Constituinte!

24.09.2009

sábado, 26 de setembro de 2009

Curso de oratória do SEBRAE

ORATÓRIA NO SEBRAE

Local de Realização: Central de Atendimento – Av. 7 de Setembro, 261 – Mercês

Tel. 71 3320-4468/ 4469

PERÍDO – 28 de Setembro a 02 de Outubro

HORÁRIO – 18h 00 às 22h 00

Pedro Barroso
Escritor, Dramaturgo, Teatrólogo e Professor de Graduação e Pós-graduação. Mestre em Resolução de Conflitos e Mediação.
Diretor Presidente do Centro de Oratória do Brasil.
Pró-reitor da UNI-American
Instrutor do SEBRAE, HorizonteNet e Jus Brasil.
Idealizador e membro da Academia de letras do Recôncavo
Autor dos livros: Como Perder o Medo de Falar em Público, A Arte de Convencer Falando e Você Sabe Falar em Publico?.
Cel.: (71) 9964-4947
www.falandoempublico.com.br

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Movimento pró-REC(Residência Estudantil de Caetité) completa um ano de luta!

PARABÉNS A TODOS OS MILITANTES E COLABORADORES DO MOVIMENTO, QUE ACREDITÃO QUE A REC VAI ALÉM DA CONQUISTA DE UMA CASA EM SALVADOR!